Sol, mar, arte e música. Tocaí!!

Depois de tanto tempo, estou de volta.
Não queria ficar longe assim mas estava envolvido em outro projeto.
Bom, então me deixem contar uma:
Feriado na sexta, o que faremos? Opções e convites surgiram. Os convites terminaram em canhões atirando pra todos os lados, muita fumaça, muita gritaria mas entre mortos e feridos, todos se salvaram.
Decidimos ir pra Cabo Frio. Isso mesmo, um final de semana de sol, só nós dois (às vezes faz bem, sabia?) e fomos nós.
Ficamos numa pousada bem simpática e agradável. O dono de lá, senhor IOLA, foi muito receptivo e atencioso. Chegamos antes do previsto mas ele liberou o quarto pra nós.
E aí, a esposa do senhor IOLA, a dona EMIDJA, é artista plástica. Quadros lindos os que ela pinta.
Deixamos as coisas no quarto e descemos pra perguntar ao nosso anfitrião onde poderíamos tomar café, um bom café da manhã.
"Como é o nome dele? Esqueci..."
"Ah, não me lembro! Pergunta."
E lá foi o Gooto, sem jeito, e perguntou: "Qual mesmo seu nome? Desculpe, esqueci."
"IOLA. É só pensar em viola que você não esquece mais..."
Sorrisos amarelos à parte, ele liberou o café pra nós, mesmo não fazendo parte do pacote...
E lá estávamos nós, no salão da pousada, admirando os quadros e o Gooto atento aos detalhes.
"A dona EMIDJA pinta muito bem, não é?"
"Sim, ela pinta muito bem."
Tomamos o café, conversamos, decidimos pra onde ir e voltamos ao quarto pra nos aprontar.
Descemos preparados pra ir à praia e resolvemos pedir uma dica ao nosso anfitrião.
E lá foi o Gooto, pedir a dica:
"Seu EMIDJO..."
"IOLA!!"
"Ah, sim, EMIDJO é sua esposa."
"EMIDJA!!"
Mais sorrisos amarelos, tudo girou e desceu quadrado...
Pegamos a dica da praia, botamos a viola no saco e fomos torrar ao sol.
Começamos bem o feriado...


Pequeno Dicionário

A palavra é:

regurgitar
v. tr.
v. intr.

regurgitar - Conjugar
v. tr.

1. Expelir.
v. intr.

2. Estar repleto; estar cheio de mais.

Pretérito Perfeito do Indicativo
Eu regurgitei
Tu regurgitaste
Ele regurgitou
Nós regurgitamos
Vós regurgitastes
Eles regurgitaram
Prometo que eu explico...


Que rumbem os ombrinhos!!!

A Rachel, minha amiga (que não é estressada, fique claro desde já!) está numa aula de rumba.
Ela fica andando pra lá e pra cá, fazendo passinhos e balançando os ombros... passinhos, ombros, passinhos, ombros...
E sabe que isso é bom?!?! Contagia. Já estamos na mesma sintonia de passinhos, ombros...
Fico imaginando se, ao invés de "estressada" ela fosse "nervosa"... nossa, num rodopio só ela giraria nos calcanhares e sairia "dançando lambadaê, dançando lambadaá"!!!
O que realmente importa é que, de acordo com estudos, maracujá acalma...
Já comeu o seu hoje??


Why Does My Heart Feel So Bad?

Why does my heart feel so bad? (Por que meu coração se sente tão mal?)
Why does my soul feel so bad? (Por que minha alma se sente tão mal?)
Why does my heart feel so bad? (Por que meu coração se sente tão mal?)
Why does my soul feel so bad? (Por que minha alma se sente tão mal?)
These open doors (As portas abertas)

Depois explico este post. Por hora, agradeço a visita.


Frozen

Sem inspiração, por esses dias, pra postar algo.
Fica uma letra de música que, em alguns momentos, cai com uma luva.

"Você só vê o que seus olhos querem ver,
Como pode a vida ser aquilo que você quer que ela seja?
Você fica frio quando seu coração não está aberto.
Você está tão consumido com quanto você consegue,
Você desperdiça seu tempo com ódio e arrependimento,
Você fica arrasado quando seu coração não está aberto...

Mmm... Se eu pudesse fundir seu coração...
Mmm... Nós nunca ficaríamos separados...
Mmm... Entregue-se para mim,
Mmm... Você possui a chave...

Agora não tem propósito em estabelecer a culpa,
E você devia saber eu sofreria o mesmo.
Se eu perdesse você, meu coração ficaria partido.
O amor é um pássaro, ele precisa voar,
Deixe toda a dor dentro de você morrer.
Você fica frio quando seu coração não está aberto...
Você só vê o que seus olhos querem ver,
Como pode a vida ser aquilo que você quer que ela seja?

Você fica gelado quando seu coração não está aberto..."



Eu, meus pensamentos e meu armário...

Estou lendo "As Crônicas de Nárnia", edição única, os 7 livros que comprei por um preço maravilhoso.
As histórias são tão envolventes, tão ricas em detalhes, tão emocionantes que não dá vontade de parar.
E aí eu fico pensando como seria interessante poder entrar no meu armário e sair em outro lugar...
Um lugar onde houvesse aventuras, pessoas diferentes, coisas estranhas (sou chegado em coisas estranhas, sério!!) e o tempo fosse outro. Os dias passando desse lado mas, do outro lado do armário segundos apenas.
Seria fascinante!
Mas sou um cara pé no chão (cabeça nas nuvens, às vezes, mas to falando de pés!). Sei que esse tipo de coisa só acontece em histórias fantasiosas ou sonhos.
Como não vivo nem um nem outro, vida real pra mim! Com problemas, conflitos, pessoas diferentes (sem chifres ou pés de carneiro) e coisas estranhas (isso, como disse, sou chegado...).
Enquanto não descubro a porta mágica pra me levar pra outra dimensão, ou outro mundo (e sei que muitos me seguiriam) fico eu fora do armário, com tudo o que vem no pacote, por optar sair do armário. E isso tem, sim, muitos significados.
Mas não to reclamando, não... ou sim, sei lá.
Esta semana resolvi que vou brincar de monstro... mas tudo depende o meu humor.
E esse texto, confuso até, é só pra dizer que sou normal... me emociono ou fico insensível, sorrio ou choro, fico triste ou feliz, tudo depende do que acontece... e, pra quem não entendeu este post, um consolo... nem EU entendi... mas foi bom escrever.
Agora é planejar um armário maior... o meu já tem muita coisa pra guardar...


Ticumia Pirika Di Réé... (ou algo assim...)

"Ermelindo Atadolfo, me perdoe!"
"Não, não acredito!!! Rosicleide Mariucha, você me enganou!!! O Regivaldo Marciclésio não é meu filho!!!"
"Ermedolfo Atalindo" - nesse ponto os nomes não são relevantes, só os fatos - "não fiz por mal! Estava seguindo o roteiro, foi assim que o autor escreveu. Eu só poderia revelar no penúltimo capítulo..."
"Rosiucha Maricleide" - alguém presta atenção nos nomes? - "eu devia saber que ele não era meu filho."
"Ah, isso devia. Você não viu a última novela desse cara? É a mesma história, sempre!"
E assim as pessoas param suas vidas, por alguns minutos, pra ver o que acontece nos 'últimos capítulos' da novela.
O que acontece todos já sabem mas, se não parar tudo, como comentar depois?
Fico surpreso, ainda, com essa atração e influência que as novelas exercem. As pessoas transformam personagens em heróis e vilões, vilões em heróis e heróis em deuses. E se prendem à essa realidade fabricada pra entreter e influenciar.
Quem nunca repetiu uma expressão que ouviu na novela? Quem nunca se vestiu como aquela atriz ou aquele ator? Quem nunca acreditou que, no final, sem esforço, tudo se resolveria e viveriam felizes para sempre?
Felizes pra sempre... e isso me lembra um texto que escrevi, há algum tempo, em outro blog:
"Felizes pra sempre?
E elas, as vizinhas, falando sobre novela:
-“Mas ele ia matar ela? Aquele cara.”
-“Acho que não. Ela já desarmou ele. Mas acho que não vai atirar. Ela é boa.”
-“Vi na revista que ela fica com o outro”...
É interessante como as pessoas ‘vivem’ torcendo pelo mocinho e contra o vilão.
Será que alguém é sempre tão ‘bonzinho’ ou sempre tão ‘malvado’?
Me impressiona (mas também recorro a) essa facilidade de se transportar para a ficção. Um mundo mágico onde os bons sempre serão felizes. Felizes para sempre! Sempre... é tanto tempo que não sei se existe felicidade pra tanto. É como o ‘nunca’ que parece nunca acabar.
Mas é engraçada essa coisa de ‘a vida imita a arte que imita a vida’. Minha prima vive dizendo que “queria viver um amor de novela”. Imagina: duzentos e noventa e sete capítulos sofrendo pra, no último, beijar o tão esperado amor e as letrinhas subindo: FIM.
Perdoem, ela não sabe o que diz (ou será que eu não sei o que penso?).
Mas... voltando às vizinhas, dizque “serão felizes pra sempre” (pelo menos até a reprise)".
E assim, durante alguns minutos, as pessoas esquecem de suas vidas reais, seus problemas, suas diferenças, pra viver intensamente aquela magia que gostariam pra suas vidas, pra viverem com a ficção FELIZES PRA SEMPRE...


Seca!!!

 com a lei seca todos tem se comportado.
E isso traz um pouco mais de 'segurança' no trânsito, um pouco mais de responsabilidade (ah, eu acredito, sim!).
Mas, mesmo com a lei seca, tem algumas pessoas que tomam um copinho ou dois... e quer ver como isso também não dá boa coisa?
Eis que vinha o casal, no carro, por volta das 19 hs, após sairem de um churrasco, onde tomaram, acreditem, um ou dois copinhos...
E ela, com olhinhos apertados pra identificar melhor o objeto suspenso e brilhante que via, alguns metros a frente do veículo. E, de repente, um grito: "Amooooooor, lei secaaaaaa!!!!"
E ele: "Onde, cadê, onde???" - e acabou entrando com o carro na primeira rua que dava mão, contornando a tal blitz.
Ainda se recuperando, se recompondo e tentando seguir uma linha reta, do lado certo da pista, ele se mantinha atento.
E ela, com olhos já não tão apertados, acompanhando o objeto brilhante e suspenso, da tal blitz, começa a rir... compulsivamente, ininterruptamente, gargalhadosamente (essa eu inventei agora).
E ele, o marido, sem entender, acreditando que era algum tipo de reação nervosa ao susto.
Em casa, estacionando o carro (e não é que ele conseguiu!) ele pergunta: "Por que você ria tanto?"
E ela responde: "Amor, eu vi aquele balão da blitz lei seca, suspenso pelos cordões, por entre as árvores da pista, brilhante, enorme, com letreiro e tudo... e depois que você entrou naquela rua, ele continuava nos acompanhando... e olha só, ele ainda está lá, suspenso... tá vendo?"
"Onde", pergunta ele.
"Ali, olha... aliás, ele está lá sempre nas noites claras... a LUA..."
Um copinho ou dois não dá boa coisa... mas que pode garantir boas risadas, ah, isso pode. 

Pode? Não pode!!

"... e eu posso uma colher de sopa de arroz!"
"Ah, não é difícil, não! Tem que ter vontade. Se seguir a dieta, em três... (pensou melhor), uma semana você perde..."
"Tenho que perder sete quilos."
"Você consegue..." - mas o que ela pensou, certamente foi, "duvido, comilona como é..."
E lá estava eu, no vagão cheio, com duas mulheres falando de dieta... às 7 da manhã.
"Eu posso uma colher de sopa de macarrão. Uma colher de sopa. Corresponde a uma colher de arroz. Não posso leite nem gordura..."
"Olha, isso você não pode, hamburguer, requeijão, queijo amarelo... nem salsicha."
"Salsicha eu posso?"
"Não, salsicha não pode."
E pararam... respirei alividado... melhor, só deu tempo do ali... elas recomeçaram.
"Porque minha mãe tá com um "pobrema". Minha vó também teve."
"Ih, minina, minha vó também!" - (nesse ponto parecia uma disputa e, pelo jeito, elas já sabiam do que falavam... assunto antigo...)
"Ah, se minha mãe não se cuidar pode complicar, virar um "pobrema" maior..."
"Minha família é chegada. Minha vó teve, minha mãe teve, minha tia teve, minha irmã, meu tio... tudo por causa da minha vó, ela que tinha e passou pra gente..."
Aí eu pensei: 'Gente, crucifica logo a vozinha. Ela é a culpada! Mas vamos mudar de assunto!!'
E, finalmente, chegando na estação que uma delas ia descer, se despediu: "Bom dia pra você, querida."
"Bom dia", respondeu a outra.
E eu pergunto: Como assim, bom dia? Falando de não comer, de "pobremas" de saúde, a essa hora da manhã...
Torço pra que ela siga a dieta, torço pra que a saúde se estabilize e TORÇO PRA NÃO PRECISAR PEGAR MAIS AQUELE METRÔ TÃO CEDO!!!!

Olha a Gula!!!

Eu e mais duas amigas almoçamos no mesmo horário e sempre saímos juntos.
E aí, definimos um roteiro semanal pra variar o cardápio.
"Vamos onde?" - pergunta Tchiany.
"Hum... hoje é dia de lenchi ou de comidinha?" - pergunto.
"Nem falo nada!" - completa Chel (ah, ela é a minha amiga mais estressaaadaaa... rs).
Então, fomos pelo nosso roteiro e vimos que era dia de 'comidinha'.
Fomos pro lugar definido, entramos, nos servimos, pedimos suco e nos sentamos.
Entre uma garfada e outra, um assunto engraçado e outro, uma golada no suco... quente!
"Ai, tá quente!"
"É, tá, sim."
"Vou pedir gelo." - disse Chel.
E pediu. E vimos a fisionomia se modificar. Não, não a dela, a da moça que vinha em nossa direção e teve de voltar pra pegar o gelo. Era como se ela pensasse: "%@#&*¨!%&#@!!!!!".
Juro, se ela fosse loura desbancaria a Sharon Stone em Instinto Selvagem, na cena do picador de gelo. Ela jurava o gelo com tanto gosto, com tanta satisfação que sentíamos cada fincada do furador, quase como um voodoo.
E lá veio o gelo, 3 copos, CHEIOS!!!! E com um sorriso final, a Miss Simpatia voltou ao seu caminho original, antes do nosso chamado...
O suco ficou ótimo, geladinho. Gelo? Sobrou nada, ficamos com medo de ela atirá-lo em nós, ao sairmos, e tomamos 'TODO ELE NO SUCO'. Aliás, o gelo até estava mais gostoso...
Enfim, nada como almoçar num lugar agrável, com boa comida, bom preço, bom atendimento e uma forte concorrente ao concurso de miss.
"Com vocês, Miss Panca!!!"

Borboleta é passarinho...

No meu trabalho, o setor é dividido em equipes e minha equipe tem um relacionamento muito bom (lembrando que bom é relativo... rs).
Com minha supervisora temos uma relação de amizade muito grande e sempre podemos compartilhar atos e fatos, de todos os tipos.
Como voltamos hoje, terça, de um feriadão prolongado, estamos colocando os assuntos em dia.
E tá a minha supervisora olhando pra mim, pro meu cabelo, falando que estava "diferente" e continuamos conversando.
Aí eu tirei os óculos (que não são tão marcantes, são bem discretos de verdade) e prendi na perna, já que estava com uma apoiada sobre a outra e continuei contando as histórias.
Aí, ela, minha super, vira pra mim e diz: "Ah, já sei o que estou vendo de diferente em você!"
"O que"? - perguntei eu.
"Você estava sem óculos esse tempo todo?"
Gargalhada geral!!!
Ou ela achou que tinha decifrado o enigma mas sem muita certeza ou então se tocou que tinha dado mole na observação.
E aí, depois das gargalhadas e recuperados, voltamos a conversar.
E como eu sempre digo, como os filhos podem ser normais se temos uma mãe assim? Rs...
Ah, só pra ressaltar, somos todos normais. Lembrando, mais uma vez, que quando se trata de NÓS, normal é RELATIVO.

Poliglotas...

Acho o máximo as pessoas que dominam outras línguas!
Confesso que tenho uma queda pelo inglês por ter expressões que, em duas palavras, resumem várias, tipo a Fergie na música Pump It, do Black Eyed Peas... Ela canta: "La da di dada di daaa" e traduzem: "e na batida do som"... (?)!
Intaum tah, Fergie. Te acho o máximo!!!
Adoro o francês... falar fazendo biquinho é charmoso... 'Comê rã faz suá?'... depende, se estiver muito calor...
Mas nada como as pessoas que convivem com você, que dormem ao seu lado, falarem em outros idiomas.
Esta noite, dormindo com Gooto, ouvi a seguinte expressão: "Davé (pausa dramática)... Lavéia!"...
O que significa? FAÇAMENORIDÉIA!!!!!
Anotei no celular pra não esquecer. Hoje pela manhã busquei no Google. E não achei.
Ou ele estava falando numa língua alienígena ou numa língua há muito esquecida. Mas ele tem disso. Fala, fala, fala e não traduz!!
Agora já sei o que fazer, vou escrever um livro. Usar essa e outras expressões que ouvir. Depois publico e vendo como guia rápido de 'como dizer o que sente sem se complicar'.
Por falar nisso, aceito sugestões. Vai dizer que você nunca falou nada do tipo?
Ah, pára, fala sério.
"Davé... Lavéia!

Sim, it's a sin!!!

Nem sempre agimos como devemos (ou como 'esperam' que se deva agir).
Certo, errado, bom, mau... tudo é tão relativo. Depende do olhar.
Tento ser 'eu' e ao mesmo tempo respeitar 'quem' os outros são mas, convenhamos, ô tarefazinha difííííci!!!
Não dá pra agradar a todos, isso é fato. Mas bem que as pessoas podiam tentar 'contribuir'.
Todos erram. Conscientes, inconscientes, sem querer, de propósito... seja lá como for, todos erram.
E eu, como bom ser humano, também. Mas às vezes é preciso ter espelhos... e amigos são espelhos.
Eles mostram pra gente aquele reflexo que não vemos. Mostram os desalinhos, as grafias erradas, as arestar pra aparar, enfim, são os reflexos que insistimos não ver.
E nisso tudo, a gente vai se tornando melhor, pra nós e pros outros.
Mas ainda erro, claro. E os 'seres perfeitos' cismam em condenar e crucificar quem age diferente deles.
Enquanto não me torno 'perfeito', facilito pra eles e carrego pregos e martelo na bolsa... rs.
 

Durma filhinho...

Cada pessoa é diferente da outra e tem hábitos diferentes.
Claro que tem algumas com 'manias' diferentes demais. Tão diferentes que podem até causar algum espanto...
Tenho uma amiga que tem o 'hábito' de se NINAR!! Isso mesmo, no melhor estilo 'durma filhinho', ela se embala antes de pegar no sono.
Até aí tudo bem, ela é minha amiga, respeitamos nossas diferenças e não há problema em se ninar, certo?
Não haveria, se ela não tivesse seguidores... pois é, seguidores. Esposo, filhos, cunhada, cunhado... não sei se é de família ou se há outra explicação mas já demos boas risadas com isso.
Tá, talvez você também faça isso... pode ser... talvez seja mais normal do que penso... pode ser...
Talvez eu tenha que aprender a me ninar. Quem sabe acabo com essa minha insônia. Quem sabe?
Por enquanto, fica essa homenagem pra minha amiga:

"Durma filhinho, do coração;
Não tenha medo do bicho papão..."
 
 

Making me happy!!

O que todo mundo busca na vida?
Carro do ano?
Ganhar na mega sena?
Corpo perfeito?
Cabelos bonitos?
Um emprego onde se trabalhe 3 dias na semana, 6 horas por dia, com duas de almoço? Nem todos tem um emprego igual o meu... rs.
 Estabilidade financeira, emocional, profissional... hum...

Mas, mais que isso, FELICIDADE!

Pra mim, felicidade é ter tudo que te completa. E ela pode ser momentânea ou durar pra sempre. Tudo depende do que você busca e de como recebe o que busca.

Há pouco mais de um ano eu encontrei a felicidade no amor. E olha que isso é raro, hein. Não a felicidade no amor mas como ela apareceu pra mim. Ou melhor, como ela CHEGOU pra mim.
Quem disse que o mundo moderno não traz benefícios não conhece minha história.
Mas não vou falar dela agora, ainda. Só vou dizer que estou feliz.
E meus dias têm sido cada vez melhores pois, a cada momento, a cada gesto, a cada palavra tenho a certeza de que tenho muito mais do que se pode esperar de um amor.

E é assim, 'me fazendo feliz' que ele está em minha vida.
E é assim, 'sendo muito feliz', que vivo meus dias...

Então... (não tem coisa pior que começar frase com "então"... rs) .
Este blog é pra contar um pouquinho de mim, de minha vida, de meus amigos, de meu amor...
Por aqui você pode me conhecer um pouco mais. O que gosto, o que penso, o que leio, o que ouço...
Meus poemas, minhas fotos, meus momentos... tudo (ou quase) a meu respeito.
Inclusive frases que uso no dia a dia, como a que dá nome ao blog.

Quando falo em balançar os cabelos não me refiro a sacudir a cabeça pra um lado e pro outro.
A referência é à uma atitude, uma postura, um posicionamento. É como tomar uma decisão, mover-se, fazer acontecer.

Seja bem vindo a este espaço.

E vamos começar, Balançando os Cabelos!!!

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